A residência e o projeto de pesquisa estavam consumindo a maioria do meu tempo.
Vendo meu desempenho, Camila aumentava minhas responsabilidades, eu não me queixava, gostava disso, não só porque a pesquisa era fascinante, mas porque isso me obrigava a passar mais tempo com Camila.
Laila me ligou umas duas vezes, ainda ansiosa pela convocação da seleção brasileira para a disputa do Grand Prix, mas não parecia empolgada em aprofundar nossa relação como pareceu pessoalmente, decepcionei-me um pouco com isso, mas de certa forma, me deixava de consciência limpa para aceitar os convites para sair de Camila.
Camila tratou de deixar minha sexta-feira com a noite livre no cronograma, não me restando alternativa - como seu quisesse outra - quando me chamou para ir ao cinema com ela. Não permitiu sequer que eu fosse em casa trocar de roupa, segundo ela, pra que eu não tivesse chance de escapar. Saímos do hospital direto pro shopping.
Cada vez mais, Camila se revelava uma pessoa descontraída, de companhia encantadora, o humor dela era leve, às vezes demonstrava uma inocência nos gestos e nas palavras, que discrepavam daquele jeito sedutor dela.
Ao que me parecia, toda aquela postura de mulher irresistível escondia uma mulher carente e insegura. E eu me sentia tentada a desvendar essas faces dela.
Escolhemos uma comédia, ela pediu que guardasse um bom lugar na sala, enquanto nos compraria pipocas, eu a obedecia como vício do trabalho, afinal ela era minha chefe.
Em poucos minutos vi uma das cenas mais engraçadas da minha vida: Camila entrava na sala, equilibrando um balde gigante de pipoca, com um copo de cerca de 1 litro de refrigerante e, pendurado no braço, uma sacola de plástico com dezenas de doces. Não me contive, caí no riso, enquanto ela se esforçava para subir as escadas sem derrubar nada... Mas que falta me fez naquele momento algum popular celular com câmera! Aquilo merecia uma foto: Dra. Camila Drumond, neurocirurgiã conhecida internacionalmente, era uma criança grande, definitivamente.
- Isabela, você não vai me ajudar aqui? - Camila falou baixinho em pé à minha frente.
- Mas você me parece tão habilidosa como equilibrista... Não achei que precisasse de ajuda.
- Ah muito engraçada... Isso aqui é culpa sua! – disse se acomodando na poltrona vizinha a minha.
- Culpa minha? Ué... Eu por acaso te convenci que nas próximas duas horas sofreríamos uma catástrofe e ficaríamos privadas de glicídios e lipídios?
- Bahhh – fez uma careta mostrando a língua. – Sua culpa porque não sabia se você gostava de pipoca doce ou salgada, então como não ia conseguir trazer dois potes separados, pedi que juntasse os dois tipos aqui, mas não me pergunte onde está a doce ou a salgada. O refrigerante também não consegui trazer os dois, assim fiz o mesmo, mas os dois são diet para equilibrar as calorias – sorriu.
- E esses doces, Chapeuzinho Vermelho, pra quem são? – perguntei sorrindo.
- Também sua culpa. Como não sabia sua preferência, saí colocando um de cada tipo, então temos: jujuba, chocolate branco, chocolate ao leite, com avelã, com castanha, com flocos, amargo, e também bala de menta, chicletes de vários sabores, amendoim salgado, paçoca. E... Ah! Bolinhas de chocolate – exibiu item por item retirando-os da sacola.
- Gente, temos quanto tempo pra comer tudo isso? Depois disso temos que tomar insulina para queimar tanto açúcar...
- Acho tem outras formas de queimarmos açúcar... Atividade física, por exemplo...
- Ah não, você não vai querer voltar pra casa fazendo Cooper, né? – brinquei fingindo não ter entendido sua sugestão.
- Deixa de falar besteira Isabela... O filme vai começar, começa aí também a comer essa pipoca.
Foi maravilhoso ver Camila daquele jeito, rindo que nem criança. Ela estava lambuzada de chocolate; no canto da boca, um pouco de leite condensado da pipoca doce. Nem de longe parecia aquela mulher que me assediou e que quase me despiu com os olhos na frente de minha ex-noiva.
Como previsto, não agüentamos comer nem metade dos doces, tampouco do balde gigantesco de pipocas. Saímos do cinema rindo disso, parei na frente dela e limpei, com um lenço tirado de minha bolsa, sua boca, seu queixo e a ponta do seu nariz, encarando seus olhos.
-Nossa... Como você me deixou sair do cinema mascarada de doces?
- Não fazia idéia que você comia com a pele toda... No escuro do cinema não estava tão evidente – disse segurando o riso.
-Sei... Olha Isabela, pensei em te convidar pra jantar depois do filme, mas dada a situação, eu não consigo ver comida mais hoje... Mas ainda é cedo... Quer dar uma esticada?
- Ai, Camila... Só me estico numa cama hoje...
- Isso é um convite?
- Han? – interroguei ruborizada.
- Deixei você sem graça? Ora finalmente! Você só me sacaneou hoje... Ponto pra mim...
Passávamos em frente a um Play de jogos eletrônicos e parei com os olhos fixos... Lembrei de Suzana jogando vídeo game com Lívia na casa de titia... Me deu um aperto no peito, uma saudade dela... Enchi meus olhos de lágrimas, quando Camila me chamou atenção:
- Ow... Parece que não é só eu com apelos infantis não, né? Quer jogar Isabela?
- Ah não... Mico né! Duas médicas disputando espaço com moleques no vídeo game...
- Ah pára com isso! Mico vai ser quando você perder feio pra mim! – entrou na pracinha me puxando pela mão.
- Eu? Perder pra você? E’ ruim heim...
- Vamos comprar as fichas, quem conseguir mais tickets das máquinas ganha, e aí, pode pedir o que quiser da perdedora.
- Fechado! Prepare-se... Não vou dar moleza só porque você é minha chefe!
Eram várias máquinas de fliperama e vídeo games, na medida em que fazíamos pontos, as máquinas liberavam tickets que poderiam ser trocados por brindes.
Saímos feito loucas, correndo pras máquinas, levando a sério a competição. Camila já parecia estar familiarizada com os jogos. Eu observava com desespero, vendo ela passear de uma máquina pra outra com tiras de metros de tickets, enquanto eu catava uns dez em cada máquina, ainda consegui umas tiras em um jogo que não exigia tanta precisão cirúrgica...
Não era a toa que a fila de crianças de seis anos era interminável perto dela, tratava-se só de acertar a cabeça dos jacarés que apareciam na mesa com um martelo, passei na frente dos pirralhos a custo de muitos protestos dos pais, dispensei o martelo e saí usando as duas mãos, “matando” os jacarés.
Camila sentou-se de tanto rir vendo meu desespero, minhas mãos estavam vermelhas e doloridas por causa da minha caça aos jacarés, Camila se aproximou de mim, colocou minhas mãos de palmas viradas pra cima sobre as suas e as beijou:
- Você acha que se beijar sara?
- Ei... Nem adianta querer me agradar viu, não vou desistir da aposta... Vai ter que pagar! – disse tímida diante do gesto dela.
- Porque eu iria desistir? Eu ganhei querida!
- Imagina... Sabe contar não? Olha aqui – exibi minhas tiras de tickets.
- Olha aqui você, doutora... – exibiu cerca de três vezes mais que eu de tickets, rindo faceira enquanto balançava as dezenas de tiras.
- Não é possível... Você subornou esses pirralhos pra que eles te vendessem os tickets deles!
- Xi você é uma péssima perdedora! Também bota a culpa no juiz quando seu time perde?
- Olha lá, não põe meu time no meio... - empunhei minhas mãos em sua direção.
- Calma... Olha só, não roubei não... Mas escondi minhas habilidades... Sempre trago meus sobrinhos pra jogar aqui, então, eu tenho prática...
- Ah Camila, pow...
- Ah Camila, nada! Vai ter pagar a aposta... Posso pedir o que quiser de você... Mas ainda não decidi o que quero.
Chegando à tal loja do Play para trocar os tickets, qual nossa surpresa, tudo tão caro! Meus tickets só davam pra trocar por... DOCES, isso já tinha de sobra... Vi uma caneta que brilhava e resolvi trocar por ela. Camila já escolhera antecipadamente, nem demorou na troca, estava dentro de uma sacola e nem cheguei a ver. Seguimos para o estacionamento e lá, dentro do carro, abri minha bolsa e estendi a tal caneta para ela:
- Pra você doutora, o fruto da minha dura caçada aos jacarés, quero que fique com você.
- Não pense que vai me comprar não, viu caçadora! Ainda tem uma aposta a pagar. – tentou disfarçar, mas ficou visivelmente sem graça com meu gesto.
- Deixa de ser desagradável... Eu te ofereço meu troféu de caçadas, claro, deveria ser uma bolsa ou um sapato de couro de jacaré, mas como sou ecologicamente correta, preferi esse e você me acusa de suborno!
- Desculpa, vai, você tem razão e pra me redimir, meu troféu é seu, na verdade já era seu, mas não ia te dar agora...
Abri a sacola, era um bichinho de pelúcia caramelo, de olhos azuis, muito fofinho.
- Achei sua cara, loirinho e de olhos azuis...
Não disfarcei meu encantamento com o presente, beijei-lhe a face demoradamente. Que cheiro inebriante... Que pele macia... Sua boca tinha urgência de ser beijada, quando entendi isso e reclinei meu rosto em direção aos seus lábios, o celular de Camila tocou, reflexivamente me afastei. Ela atendeu irritada:
- Espero mesmo que seja importante, Aline. Tem certeza? Fizeram os exames? Ok estou a caminho. Chame todos.
- Algum problema, Camila? – perguntei retomando meu ritmo de respiração.
- Problema não, mas temos que voltar ao hospital agora. Temos uma candidata perfeita para inserção do neurochip, mas antes de inserir, temos que operá-la, antes que um aneurisma se rompa.
Seguimos para o hospital, nos detendo em falar de trabalho. Chegando lá, toda a equipe já nos aguardava.
- Mostrem-me a tomografia com a localização do aneurisma, quero histórico completo da paciente. Isabela, prepare a paciente para a cirurgia e se prepare para entrar também na cirurgia. E antes que você argumente que não é neurocirurgiã, eu digo, preciso de você para avaliarmos a técnica toda depois, ok?
Apenas balancei positivamente a cabeça, encantada pela segurança dela em ordenar e organizar as coisas rapidamente. Como imaginávamos, a cirurgia foi longa, durou cerca de seis horas, quando saímos do centro cirúrgico já era manhã. O procedimento foi um sucesso, a técnica de Camila, era menos invasiva, o implante foi realizado, deixamos a cargo da outra equipe a monitorização da paciente.
Na mesma semana realizamos outro procedimento semelhante, isso acelerou a produção científica, nos tomando muito tempo.
Eu e Camila estávamos sempre juntas, às vezes Bernardo nos acompanhava em almoços e lanches na cantina, ele já tinha se tornado presidente do fã-clube Camila Drumond e praticamente me jogava nos braços dela.
Sempre me lembrava de sua dívida com ela, mas nossos horários estavam uma loucura, não deixando brecha para sairmos de novo. Surpreendeu-me ver sempre no bolso do jaleco de Camila a caneta brilhante que lhe dei, ela nem ligava pros olhares dos pacientes, e dos outros funcionários para as luzes da caneta, eu às vezes segurava o riso, mas estava mesmo toda boba por isso.
Mesmo na correria, eu não esquecia Suzana, um cheiro, uma música (parei de escutar Ana Carolina desde o término do noivado com ela), uma imagem, tudo me trazia Suzana de volta, ainda era ela meu primeiro pensamento antes de dormir e ao acordar, me perguntava como ela estaria com Bárbara, se estava feliz, quando nos veríamos, porque parara de me ligar...
No final de junho, para celebrar nosso sucesso na pesquisa e nos procedimentos, Camila convidou sua equipe para uma festa junina na chácara de seus pais. Bernardo foi comigo, eu sentia que finalmente Camila e eu teríamos uma nova oportunidade.
Seus pais foram muito simpáticos, Camila estava irremediavelmente linda. Suas inseparáveis botas cano longo, jeans apertado, camisa xadrez e por cima um casaco de couro, no pescoço um lenço amarrado, me apresentava como seu braço direito e que, como seu avô, eu também era mineira.
A chácara era maravilhosa, me lembrava a chácara que morava com meus pais até a morte deles. Uma grande fogueira no centro do terreiro aquecia a todos, estava muito frio naquela época. No alpendre da casa, um trio de forró pé-de-serra animava com músicas tradicionais da festa. À frente da casa uma grande mesa decorada, farta de comidas típicas.
A mãe de Camila era uma senhora muito divertida, meio louca também, ela e Bernardo pareciam amigos de infância conversando. Seu pai, por outro lado, era mais sério, mas muito atencioso, não parava de me servir bebidas. Convidou-me para conhecer o interior da casa, com o intuito de mostrar fotos antigas de Camilinha, ela naturalmente estava sem graça, e nos acompanhou na excursão.
O interior da casa me lembrava ainda mais a nossa em Valença, senti um aperto no peito constatando isso. Havia uma grande estante de madeira com porta-retratos, um em especial me chamou atenção. Aproximei-me e vi uma foto antiga de um senhor com trajes médicos, acompanhado de um casal mais jovem. Não acreditei, eram meus pais e pelo que me lembrava, não podia ser muito antes do acidente, era assim que me lembrava deles:
- Camila... Quem é esse senhor na foto? – perguntei nervosa e emocionada.
- Nessa? Esse carequinha é meu avô Elias, sou médica por causa dele... Ele é mineiro como você, sabia?
- Não... E esse casal, o que seu avô é deles?
- Era, na verdade. Esse casal foi aluno de meu avô quando ele ensinava na universidade, depois trabalharam com meu avô no hospital de Belo Horizonte, por muito tempo foram pra ele como filhos.
Emudeci, não conseguia explicar para Camila porque estava curiosa e emocionada, ela continuou:
- Lembro que meu avô sempre falava deles com muita saudade, que eram os melhores médicos que ele já trabalhara, que tinha grandes planos para eles...
- Mas, ele perdeu contato com eles?
- Ai não sei, Isabela... Quanto interesse nisso! Posso saber por quê?
- Camila... São meus pais na foto com seu avô.
Camila arregalou os olhos, parece que as palavras também as deixaram... Vendo meu nervosismo segurou minhas mãos e me conduziu até o sofá próximo a lareira:
- Isa... Você tem que conhecer uma pessoa.
- Quem?
- Meu avô Elias.
- O da foto? Ele ainda está vivo?
- Sim, sim, até ano passado quando minha vó ainda era viva ela morava em BH, depois da morte dela, mudou-se para cá, mora em um chalé aqui do lado.
Histórias e estórias, contos e romances, delírios e sonhos, fantasias para mulheres que acreditam no amor.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Mapa das Zonas Erógenas
Gente, eu sei como entendidas que somos, a gente conhece e sabe tratar o corpo de uma mulher, pelo menos é o que se espera já que temos a obrigação de conhecer o nosso próprio. No entanto, dicas nunca são demais quando se trata de dar mais prazer a quem a gente ama não é?
Lógico que cada mulher tem pontos mais sensíveis do que outras, isso é o que nos faz singulares, sabe onde e como tocar é fundamental para garantir a satisfação das mulheres. Mas, fisiologicamente temos pontos em comum no que diz respeito ao prazer, são as chamadas zonas erógenas,aí vão algumas dicas que podem ser úteis, testem depois me contem se deu certo ok?
LÁBIO SUPERIOR
Mescle lambidas no lábio superior com mordidelas no centro dele. Com a ponta da língua, dê leves e rápidas lambidas nos cantos da boca.
LÓBULO DA ORELHA
Além de excitar a amada com palavras ditas ao pé do ouvido, como "Seu bumbum me deixa louco" ou "Não resisto à sua cintura fininha", experimente mordiscar os lóbulos usando os dentes ou apenas os lábios - vale até dar leves puxões, pois eles ficam ainda mais sensíveis quando a mulher é estimulada sexualmente.
NUCA
Afaste o cabelo dela dando beijos leves na base da nuca e vá subindo em direção à orelha. A penugem fina que a encobre contribui para aumentar a sensibilidade. Portanto, até mesmo respirar sobre o local ou correr a ponta dos dedos suavemente vai deixá-la arrepiada e cheia de tesão.
MAMILOS
Toque levemente com os lábios, a língua e as mãos. Experimente também apertar cuidadosamente a área. Quanto mais tempo brincar ao redor, maior será o prazer que sua amada desfrutará, quando você finalmente explorar os mamilos.
LOMBAR
É onde a maioria das terminações nervosas das costas acaba. Já pensou o prazer que ela sentirá se você deslizar aqui um minivibrador? Aumente, aos poucos, a pressão. Usar óleo de massagem para fazer movimentos circulares é outra idéia, pois prepara o corpo para receber carícias ainda mais deliciosas. E não dispense o ossinho do cóccix: com os dedos besuntados de óleo ou lubrificante, faça círculos em torno dele, aumentando aos poucos o espaço até alcançar o bumbum.
UMBIGO
Massageie-o com movimentos de cima para baixo se quiser aumentar a circulação nos genitais e, conseqüentemente, a excitação. Para uma performance digna de muitos aplausos, finalize lambendo toda a pele que circunda o umbigo.
PULSO
Como a parte interna do pulso é mais sensível a variações de temperatura, experimente excitá-lo alternando lambidas com assopros. Outra idéia é chupar, antes de cada lambida, ora bala de canela, ora cubo de gelo para aumentar ainda mais o excitante contraste quente/frio.
ENTRE A COXA E O BUMBUM
O derrière tem muitas terminações nervosas, por isso é tão sensível. Dê atenção à linha onde ele se encontra com a coxa demarcando a região com a língua, um acessório (como pena ou cubo de gelo), os dentes ou mesmo seu dedo lambuzado de óleo
PONTO G
Introduza um dedo na parte anterior da vagina e movimente-o como se estivesse chamando alguém. Sua garota não hesitará em pedir bis. Uma ousadia a mais é pressionar a área com dois dedos enquanto suga o clitóris vagarosamente.
PARTE INTERNA DA COXA
Antes de focar o clitóris ou cair de boca lá embaixo, provoque-a acariciando a perna pelo lado de dentro, partindo do joelho em direção à virilha. Quando estiver próximo à vagina, apenas inspire sobre a região. Vai ver como ela se contorcerá de prazer.
ATRÁS DO JOELHO
O "Ai! Ui! Oh!" é garantido. Comece escorregando os dedos pela panturrilha e parte posterior da coxa, até chegar a esse local pouco explorado. Então, use três dedos para roçá-lo de leve. Mas, antes, certifique-se de que ela já está excitada - ou poderá sentir cócegas.
FONTE: REVISTA COSMOPOLITAN
Lógico que cada mulher tem pontos mais sensíveis do que outras, isso é o que nos faz singulares, sabe onde e como tocar é fundamental para garantir a satisfação das mulheres. Mas, fisiologicamente temos pontos em comum no que diz respeito ao prazer, são as chamadas zonas erógenas,aí vão algumas dicas que podem ser úteis, testem depois me contem se deu certo ok?
LÁBIO SUPERIOR
Mescle lambidas no lábio superior com mordidelas no centro dele. Com a ponta da língua, dê leves e rápidas lambidas nos cantos da boca.
LÓBULO DA ORELHA
Além de excitar a amada com palavras ditas ao pé do ouvido, como "Seu bumbum me deixa louco" ou "Não resisto à sua cintura fininha", experimente mordiscar os lóbulos usando os dentes ou apenas os lábios - vale até dar leves puxões, pois eles ficam ainda mais sensíveis quando a mulher é estimulada sexualmente.
NUCA
Afaste o cabelo dela dando beijos leves na base da nuca e vá subindo em direção à orelha. A penugem fina que a encobre contribui para aumentar a sensibilidade. Portanto, até mesmo respirar sobre o local ou correr a ponta dos dedos suavemente vai deixá-la arrepiada e cheia de tesão.
MAMILOS
Toque levemente com os lábios, a língua e as mãos. Experimente também apertar cuidadosamente a área. Quanto mais tempo brincar ao redor, maior será o prazer que sua amada desfrutará, quando você finalmente explorar os mamilos.
LOMBAR
É onde a maioria das terminações nervosas das costas acaba. Já pensou o prazer que ela sentirá se você deslizar aqui um minivibrador? Aumente, aos poucos, a pressão. Usar óleo de massagem para fazer movimentos circulares é outra idéia, pois prepara o corpo para receber carícias ainda mais deliciosas. E não dispense o ossinho do cóccix: com os dedos besuntados de óleo ou lubrificante, faça círculos em torno dele, aumentando aos poucos o espaço até alcançar o bumbum.
UMBIGO
Massageie-o com movimentos de cima para baixo se quiser aumentar a circulação nos genitais e, conseqüentemente, a excitação. Para uma performance digna de muitos aplausos, finalize lambendo toda a pele que circunda o umbigo.
PULSO
Como a parte interna do pulso é mais sensível a variações de temperatura, experimente excitá-lo alternando lambidas com assopros. Outra idéia é chupar, antes de cada lambida, ora bala de canela, ora cubo de gelo para aumentar ainda mais o excitante contraste quente/frio.
ENTRE A COXA E O BUMBUM
O derrière tem muitas terminações nervosas, por isso é tão sensível. Dê atenção à linha onde ele se encontra com a coxa demarcando a região com a língua, um acessório (como pena ou cubo de gelo), os dentes ou mesmo seu dedo lambuzado de óleo
PONTO G
Introduza um dedo na parte anterior da vagina e movimente-o como se estivesse chamando alguém. Sua garota não hesitará em pedir bis. Uma ousadia a mais é pressionar a área com dois dedos enquanto suga o clitóris vagarosamente.
PARTE INTERNA DA COXA
Antes de focar o clitóris ou cair de boca lá embaixo, provoque-a acariciando a perna pelo lado de dentro, partindo do joelho em direção à virilha. Quando estiver próximo à vagina, apenas inspire sobre a região. Vai ver como ela se contorcerá de prazer.
ATRÁS DO JOELHO
O "Ai! Ui! Oh!" é garantido. Comece escorregando os dedos pela panturrilha e parte posterior da coxa, até chegar a esse local pouco explorado. Então, use três dedos para roçá-lo de leve. Mas, antes, certifique-se de que ela já está excitada - ou poderá sentir cócegas.
FONTE: REVISTA COSMOPOLITAN
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
SOCIEDADE SECRETA LESBOS - DÉCIMO SEXTO CAPÍTULO
Capítulo 16
A noite reservava uma reunião da fraternidade Gama-Tau, era necessário planejar mais uma super festa. A animação já tomava de conta das meninas quentes de Prescott, novatas e veteranas, todas tinham uma sugestão sobre o tema, mas sabiam que a decisão seria da presidente. Esta, por sua vez, parecia distante, observava com alguma tristeza a alegria das demais irmãs com a atenção de Amy, que se tornara a figura mais popular, sempre carinhosa e sorridente com as colegas.
Apesar de sentir que a loirinha queria provocar algo, Laurel gostava de ver a novata assim, mas pretendia na primeira oportunidade conhecer as intenções de Amy com essa mudança de atitude.
Rachel como sempre, iniciou a reunião, foi difícil conseguir o silêncio das Gama-Tau, mas enfim, as atenções estavam voltadas à secretária da fraternidade, que foi explicando como deveria ser a festa, qual instituição seria beneficiada. No caso, seria um orfanato. Esther mesma indicara, e sua recomendação foi aceita pelo comitê. Rachel então pediu ordem e começou a ouvir as sugestões das irmãs sobre a temática da festa:
-- Que tal anos 60?
-- Ah, melhor os Embalos do Sábado à Noite...
-- Festa do cabide!
-- Baile de máscaras...
A última voz, até um pouco tímida, chamou a atenção de Esther, que saiu de seu silêncio e se pronunciou:
-- Será isso, um baile de máscaras, o mistério será uma boa jogada de marketing, e é um tema inédito em nossas festas. Sem contar que o requinte poderá atrair grandes doadores para o orfanato.
A ideia era mesmo a melhor, não só por que saiu da cabeça de Amy, mas porque era a mais interessante dentre todas. Acolhida a sugestão, a discussão agora girava em torno de detalhes práticos como o local, equipes de trabalho, início dos serviços...
Os olhos de Amy não saíram de Esther, que a essa altura se afastava da confusão de vozes das meninas e subia para seu quarto, depois de cochichar algo com Rachel. Provavelmente a encarregando de coordenar o resto da reunião.
A loirinha não se conteve e seguiu a presidente da Gama-Tau, sem que fosse notada, pelo menos, era isso o que pensava. Entretanto, Amy foi surpreendida quando adentrava o estúdio no terceiro andar, na ponta dos pés, por uma voz baixa e suave atrás dela:
-- Perdida, novata?
-- Esther! Que susto!
-- O que você está fazendo aqui?
-- Eu... É... Na verdade... Vim...
Amy gaguejou, ruborizou, mas nada conseguiu responder, o tom frio na voz da morena, além de surpreendê-la, também a desconcertou.
Por mais que tenha decidido tomar uma atitude diferente com Esther, era impossível fingir indiferença à sua presença assim, tão próxima.
Esther sim conseguiu disfarçar o efeito que a postura que Amy apresentou nos últimos dias causou nela, mas teve que se esforçar para não tomá-la de novo em seus braços, talvez ainda um pouco ressabiada com a chegada de Michelle na rotina da universidade.
-- Se você não sabe o que veio fazer aqui, é bom que desça para ajudar nos preparativos da festa, que você mesma sugeriu.
-- É, vou descer, mas tenho uma dúvida. Já que você ainda é minha irmã guia, pensei que pudesse me responder, não achei isso no estatuto da fraternidade.
-- Dúvida? Sobre o quê?
-- Sobre... Namoro.
-- Namoro?!?
A face da morena mudou, e isso não teve como disfarçar. Amy percebeu, e por dentro, já se sentia vitoriosa por tal reação.
-- É, namoro. Há alguma coisa que impeça a escolhida de namorar?
-- Bem, você sabe que é intocável pelas meninas da Gama-Tau...
-- Sim, mas por outras meninas de outras fraternidades? Por meninos?
-- Mas do que você está falando?
-- Esther, a pergunta é simples, posso ou não?
Esther encarou Amy como se quisesse descobrir pelo olhar o motivo da loirinha perguntar aquilo, e pior, quem seria essa pessoa com quem estaria interessada em namorar. Teoricamente, nada no estatuto da fraternidade a impedia disso, e tinha que responder a verdade à sua escolhida. Mas pensou em criar uma nova regra naquele momento, então improvisou:
-- No estatuto não há mesmo nada definido quanto a isso. Mas acho difícil você conseguir manter um namoro, porque sua obrigação primeira deve ser com a fraternidade por enquanto, novata. E não pode deixar de atender um pedido meu, por exemplo. Seu namorado, ou namorada, entenderia isso?
-- Aí, depende de eu resolver essa questão, né? Saberei como manejar as situações...
Amy nem sabia direito de onde havia tirado essa idéia de namoro, mas percebeu que foi uma inspiração, tendo em vista o embaraço que causou em Esther. Logo, mil planos surgiram em sua cabeça. Ainda não sabia como executar, mas que a possibilidade dela aparecer com um namorado, ou namorada, provocaria ciúmes em Esther, isso, ela queria ver.
Desceu as escadas com um sorriso no rosto enquanto ouvia do estúdio um som de rock pesado num solo de guitarra.
* * * *
Naquela noite, Esther não dormiu. Revirava-se na cama imaginando quem seria o pretendente de Amy.
Por que estava tão irritada com isso?
Não suportou mais guardar aquilo tudo dentro de si, tinha que falar com Amy. Desceu as escadas em direção ao quarto da loirinha com pressa, ignorando a hora avançada, a conversa era urgente.
Não bateu na porta, arriscou e como imaginava, estava aberta. Fechou e trancou a porta com delicadeza. Olhando para Amy dormindo tranquilamente, viu-se desarmada. O rosto manso repousando tinha ares angelicais, mas o corpo exposto em uma camisola minúscula era um convite à tentação.
Aproximou-se da cama e sentou ao lado de Amy. Num momento de contemplação, fez menção de acariciar as mechas douradas que caíam sobre seu rosto, mas nesse instante, Amy movimentou-se, sentindo a presença de mais alguém na cama. Acordou assustada, Esther conteve seu grito, tapando sua boca, repetindo:
-- Calma, sou eu, Esther.
-- Que mania você tem de me assustar, Esther!
Amy foi se refazendo, sentando-se na cama, puxou o lençol ao perceber os olhos de Esther em suas pernas. Cruzou os braços tapando seu decote, e dessa vez foi ela a perguntar:
-- Perdeu alguma coisa aqui?
Esther sorriu, sabia que não havia explicação plausível para a presença dela ali, sorrateiramente na madrugada, invadindo o quarto da loirinha.
Mudou seu tom de voz e falou baixo:
-- Preciso falar com você.
Amy estremeceu um pouco, o olhar de Esther parecia queimá-la por dentro, mas tentou disfarçar tal ansiedade e respondeu:
-- Deve ser algo urgente pra você entrar no meu quarto essa hora da madrugada...
-- Na verdade, não é urgente, só estava sem sono...
-- Você perde o sono e vem acordar os outros?
Esther sorriu do tom irritado de Amy, mas não se intimidou. Prosseguiu encarando a loirinha tendo a certeza pelo rubor no rosto e o nervosismo dos gestos, que sua presença mexia com a novata.
Continuou:
-- Como sua guia, tinha que informar a você sobre alguns detalhes sobre seu comportamento como escolhida...
-- Novas regras?
-- Não são novas, são apenas lembretes...
-- Pois bem, estou escutando, presidente.
-- Esse seu futuro namoro aí... Bem, você tem que saber que não pode trazê-lo aqui para a fraternidade, e também não pode saber sobre nossos contratos, sobre nossas regras.
-- Como assim?
-- Não pode saber sobre você ser minha escolhida e suas obrigações comigo.
Amy ficou pensativa, enquanto Esther continuava:
-- As regras da fraternidade só os membros da Gama-Tau podem saber... Nossa sociedade é secreta, sagrada.
-- Tudo bem, só isso?
-- Por enquanto só...
-- Então, com licença, Esther, estou com sono.
Esther ainda encarou Amy por alguns segundos, olhou-a com desejo. Fez menção de se aproximar, mas Amy levantou-se da cama, dirigindo-se até a porta:
-- Boa noite, Esther. E da próxima vez, tome um chazinho, e não venha acordar os outros!
A morena parecia surpresa com a atitude da novata. Saiu do quarto meio desnorteada, esperava fazer Amy se render ao desejo evidente, tê-la em seus braços outra vez. Mas isso não aconteceu, deixando Esther ainda mais preocupada com o novo namoro de sua escolhida. Sentiu um misto de ciúme com um sentimento de impotência...
A noite reservava uma reunião da fraternidade Gama-Tau, era necessário planejar mais uma super festa. A animação já tomava de conta das meninas quentes de Prescott, novatas e veteranas, todas tinham uma sugestão sobre o tema, mas sabiam que a decisão seria da presidente. Esta, por sua vez, parecia distante, observava com alguma tristeza a alegria das demais irmãs com a atenção de Amy, que se tornara a figura mais popular, sempre carinhosa e sorridente com as colegas.
Apesar de sentir que a loirinha queria provocar algo, Laurel gostava de ver a novata assim, mas pretendia na primeira oportunidade conhecer as intenções de Amy com essa mudança de atitude.
Rachel como sempre, iniciou a reunião, foi difícil conseguir o silêncio das Gama-Tau, mas enfim, as atenções estavam voltadas à secretária da fraternidade, que foi explicando como deveria ser a festa, qual instituição seria beneficiada. No caso, seria um orfanato. Esther mesma indicara, e sua recomendação foi aceita pelo comitê. Rachel então pediu ordem e começou a ouvir as sugestões das irmãs sobre a temática da festa:
-- Que tal anos 60?
-- Ah, melhor os Embalos do Sábado à Noite...
-- Festa do cabide!
-- Baile de máscaras...
A última voz, até um pouco tímida, chamou a atenção de Esther, que saiu de seu silêncio e se pronunciou:
-- Será isso, um baile de máscaras, o mistério será uma boa jogada de marketing, e é um tema inédito em nossas festas. Sem contar que o requinte poderá atrair grandes doadores para o orfanato.
A ideia era mesmo a melhor, não só por que saiu da cabeça de Amy, mas porque era a mais interessante dentre todas. Acolhida a sugestão, a discussão agora girava em torno de detalhes práticos como o local, equipes de trabalho, início dos serviços...
Os olhos de Amy não saíram de Esther, que a essa altura se afastava da confusão de vozes das meninas e subia para seu quarto, depois de cochichar algo com Rachel. Provavelmente a encarregando de coordenar o resto da reunião.
A loirinha não se conteve e seguiu a presidente da Gama-Tau, sem que fosse notada, pelo menos, era isso o que pensava. Entretanto, Amy foi surpreendida quando adentrava o estúdio no terceiro andar, na ponta dos pés, por uma voz baixa e suave atrás dela:
-- Perdida, novata?
-- Esther! Que susto!
-- O que você está fazendo aqui?
-- Eu... É... Na verdade... Vim...
Amy gaguejou, ruborizou, mas nada conseguiu responder, o tom frio na voz da morena, além de surpreendê-la, também a desconcertou.
Por mais que tenha decidido tomar uma atitude diferente com Esther, era impossível fingir indiferença à sua presença assim, tão próxima.
Esther sim conseguiu disfarçar o efeito que a postura que Amy apresentou nos últimos dias causou nela, mas teve que se esforçar para não tomá-la de novo em seus braços, talvez ainda um pouco ressabiada com a chegada de Michelle na rotina da universidade.
-- Se você não sabe o que veio fazer aqui, é bom que desça para ajudar nos preparativos da festa, que você mesma sugeriu.
-- É, vou descer, mas tenho uma dúvida. Já que você ainda é minha irmã guia, pensei que pudesse me responder, não achei isso no estatuto da fraternidade.
-- Dúvida? Sobre o quê?
-- Sobre... Namoro.
-- Namoro?!?
A face da morena mudou, e isso não teve como disfarçar. Amy percebeu, e por dentro, já se sentia vitoriosa por tal reação.
-- É, namoro. Há alguma coisa que impeça a escolhida de namorar?
-- Bem, você sabe que é intocável pelas meninas da Gama-Tau...
-- Sim, mas por outras meninas de outras fraternidades? Por meninos?
-- Mas do que você está falando?
-- Esther, a pergunta é simples, posso ou não?
Esther encarou Amy como se quisesse descobrir pelo olhar o motivo da loirinha perguntar aquilo, e pior, quem seria essa pessoa com quem estaria interessada em namorar. Teoricamente, nada no estatuto da fraternidade a impedia disso, e tinha que responder a verdade à sua escolhida. Mas pensou em criar uma nova regra naquele momento, então improvisou:
-- No estatuto não há mesmo nada definido quanto a isso. Mas acho difícil você conseguir manter um namoro, porque sua obrigação primeira deve ser com a fraternidade por enquanto, novata. E não pode deixar de atender um pedido meu, por exemplo. Seu namorado, ou namorada, entenderia isso?
-- Aí, depende de eu resolver essa questão, né? Saberei como manejar as situações...
Amy nem sabia direito de onde havia tirado essa idéia de namoro, mas percebeu que foi uma inspiração, tendo em vista o embaraço que causou em Esther. Logo, mil planos surgiram em sua cabeça. Ainda não sabia como executar, mas que a possibilidade dela aparecer com um namorado, ou namorada, provocaria ciúmes em Esther, isso, ela queria ver.
Desceu as escadas com um sorriso no rosto enquanto ouvia do estúdio um som de rock pesado num solo de guitarra.
* * * *
Naquela noite, Esther não dormiu. Revirava-se na cama imaginando quem seria o pretendente de Amy.
Por que estava tão irritada com isso?
Não suportou mais guardar aquilo tudo dentro de si, tinha que falar com Amy. Desceu as escadas em direção ao quarto da loirinha com pressa, ignorando a hora avançada, a conversa era urgente.
Não bateu na porta, arriscou e como imaginava, estava aberta. Fechou e trancou a porta com delicadeza. Olhando para Amy dormindo tranquilamente, viu-se desarmada. O rosto manso repousando tinha ares angelicais, mas o corpo exposto em uma camisola minúscula era um convite à tentação.
Aproximou-se da cama e sentou ao lado de Amy. Num momento de contemplação, fez menção de acariciar as mechas douradas que caíam sobre seu rosto, mas nesse instante, Amy movimentou-se, sentindo a presença de mais alguém na cama. Acordou assustada, Esther conteve seu grito, tapando sua boca, repetindo:
-- Calma, sou eu, Esther.
-- Que mania você tem de me assustar, Esther!
Amy foi se refazendo, sentando-se na cama, puxou o lençol ao perceber os olhos de Esther em suas pernas. Cruzou os braços tapando seu decote, e dessa vez foi ela a perguntar:
-- Perdeu alguma coisa aqui?
Esther sorriu, sabia que não havia explicação plausível para a presença dela ali, sorrateiramente na madrugada, invadindo o quarto da loirinha.
Mudou seu tom de voz e falou baixo:
-- Preciso falar com você.
Amy estremeceu um pouco, o olhar de Esther parecia queimá-la por dentro, mas tentou disfarçar tal ansiedade e respondeu:
-- Deve ser algo urgente pra você entrar no meu quarto essa hora da madrugada...
-- Na verdade, não é urgente, só estava sem sono...
-- Você perde o sono e vem acordar os outros?
Esther sorriu do tom irritado de Amy, mas não se intimidou. Prosseguiu encarando a loirinha tendo a certeza pelo rubor no rosto e o nervosismo dos gestos, que sua presença mexia com a novata.
Continuou:
-- Como sua guia, tinha que informar a você sobre alguns detalhes sobre seu comportamento como escolhida...
-- Novas regras?
-- Não são novas, são apenas lembretes...
-- Pois bem, estou escutando, presidente.
-- Esse seu futuro namoro aí... Bem, você tem que saber que não pode trazê-lo aqui para a fraternidade, e também não pode saber sobre nossos contratos, sobre nossas regras.
-- Como assim?
-- Não pode saber sobre você ser minha escolhida e suas obrigações comigo.
Amy ficou pensativa, enquanto Esther continuava:
-- As regras da fraternidade só os membros da Gama-Tau podem saber... Nossa sociedade é secreta, sagrada.
-- Tudo bem, só isso?
-- Por enquanto só...
-- Então, com licença, Esther, estou com sono.
Esther ainda encarou Amy por alguns segundos, olhou-a com desejo. Fez menção de se aproximar, mas Amy levantou-se da cama, dirigindo-se até a porta:
-- Boa noite, Esther. E da próxima vez, tome um chazinho, e não venha acordar os outros!
A morena parecia surpresa com a atitude da novata. Saiu do quarto meio desnorteada, esperava fazer Amy se render ao desejo evidente, tê-la em seus braços outra vez. Mas isso não aconteceu, deixando Esther ainda mais preocupada com o novo namoro de sua escolhida. Sentiu um misto de ciúme com um sentimento de impotência...
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
1ª TEMPORADA: PORQUE SEI QUE É AMOR - capítulo 16
CAPÍTULO 16: DANDO A VOLTA POR CIMA EM CAMILA
A semana começava com uma reunião do grupo de pesquisa, o final de semana me fez um bem enorme, cheguei com ótimo humor, estava segura, e disposta a mudar de atitude no projeto, antes de subir para a reunião marcada para as nove da manhã, passei no quarto dos pacientes que estávamos acompanhando a fim de me atualizar acerca da evolução clínica, já que fazia dois dias que não os via.
Na reunião, Camila começou provocando como sempre:
-Mineira, já providenciou café e água?
- Acho que o Lucas pode pedir a Dona Josefa da cantina para trazer, não pode Lucas?
-Eu? Mas... E’ posso sim – falou meio sem graça.
Camila estranhou, mas não contestou, sentei junto à mesa, colocando sobre ela meu notebook e algumas anotações numa prancheta. Aline, uma biomédica, começou a explanar resultados dos exames dos pacientes que tratamos, com algumas interrupções de Camila, que não hesitou em ordenar de novo:
- Mineira, anota pra mim o nós vamos fazer.
- A letra da Carla é bem mais organizada, doutora Camila, você pode anotar Carla?
- Posso claro.
Camila parecia intrigada com minha postura, ninguém ousou questionar minhas sugestões porque estavam todos visivelmente sem graça. A discussão dos casos continuou e, seguramente, dei opiniões, sugeri procedimentos, respondi todas as perguntas que Camila nos fez.
- Parece que tem gente que andou estudando...
Ignorei a observação dela, continuei a discussão trazendo os dados atualizados da evolução clínica dos pacientes, comparando-os aos pacientes com quadros semelhantes na pesquisa de Camila em Seattle. Ela parecia bestificada, olhava para mim com os olhos brilhando, não soube decifrar se era de raiva ou admiração. Deixei que Camila concluísse a avaliação de nossas atividades, até que ela me perguntou:
- Mineira, você pode ficar aqui até a noite hoje? Sei que pelo cronograma você está de folga hoje, mas, gostaria que você detalhasse suas comparações. Pode ser?
- Sim, posso sem problema, Dra. Camila. A propósito, sou mineira com orgulho, mas meu nome é Isabela.
Saí da sala deixando todos sem ação. Camila me alcançou no corredor e pediu que a acompanhasse até seu consultório. Respondi positivamente com a cabeça e a segui.
- Sente-se Mi... Isabela. Você não me surpreendeu hoje, pelo contrário, você até demorou a tomar uma atitude...
- Como assim? – fiz cara de interrogação.
- Isabela, como você sabe, escolhi minha própria equipe, e li com atenção seus artigos, inclusive os da sua época de faculdade, seu desempenho na residência, conversei por telefone com seus preceptores, professores, os que orientavam seu projeto de pesquisa da faculdade. Você não está à toa no meu grupo... Sei de sua competência.
- Mas por que você me tratava como sua secretária sabendo da minha capacidade?
- Isabela, você estava apagada, intimidada, eu precisava te provocar pra que você ficasse motivada a me provar algo... Mas você não precisa me provar nada, precisa confiar em você, na sua capacidade... Se destacar, e isso sei que você pode.
Sorri incrédula, mudei de assunto e começamos a falar sobre os casos clínicos. Notei que o olhar de Camila mudou, não era mais frio e distante a mim, olhava-me com atenção, sem dizer muita coisa, o máximo que fazia era concordar, ou fazer perguntas. Perdemos a hora ali, até alguém bater a porta:
- Dra Camila, peço seu almoço? Já passa das 14h e a senhora não saiu pra almoçar, devo pedir o de sempre?
Afinal, ela tinha uma secretária, uma senhora de seus 50 anos, baixinha e franzina, que parecia cuidar bem dos horários de Camila.
- Ai Eliza... – bateu na testa. – Esqueci completamente, você ainda consegue nesse horário?
- Sim, doutora vou providenciar, devo pedir pra Dra. Isabela também?
- Ah, pra mim não precisa, obrigada – e cochichei para Camila: - Ela sabe meu nome?
- Sabe sim, ficou até com medo de perder a vaga pra você – Camila sorriu. – Eliza, peça para Dra. Isabela também, temos muito trabalho e ela não sai daqui antes de terminarmos.
Eliza se retirou e Camila pediu que fizéssemos uma pausa esperando o almoço. Sentamos em um sofá perto da janela com persianas, retirou o jaleco, e engrenou um papo que eu não esperava:
- Então, deixou algo pendente no Rio de Janeiro?
- Como?
- Perguntei se você deixou alguém te esperando no Rio de Janeiro.
- Ah... Tenho bons amigos no Rio, é só.
- Sua boa amiga te espera? Ela é o motivo de seu bom humor hoje? Falaram que você viajou no fim de semana.
- Você tem costume de vigiar os membros de sua equipe? Como sabe que viajei?
- Calma aí mineira... Ops, desculpa, Isabela, precisei de você no fim de semana para substituir a Aline nas rondas, e fui informada, por acaso, por alguma enfermeira da urgência que Bernardo viajaria com você.
- Ah... Então foi isso...
- E’... Mas então vai responder minha pergunta?
- Ninguém me espera no Rio, não viajei pra lá, fui aqui do lado, em São Paulo.
- Então... A sua companhia daquele dia na boate... Vocês não estão mais juntas?
- Bom... Se você investiga pessoalmente a vida da sua equipe, deveria saber que não, eu e Suzana não estamos mais juntas.
Nesse momento, Eliza entrou com duas bandejas empilhadas, colocando-as sobre a mesa de centro em frente ao sofá que estávamos. Abriu o frigobar da sala e serviu dois copos de suco, retirando-se em seguida, educadamente. Comida simples, da cantina mesmo, mas como o melhor tempero é a fome, devoramos o conteúdo daquela bandeja tranquilamente.
Camila sorria pra mim e eu retribuía sem graça, ficou contrariada quando percebeu que na sua bandeja não havia sobremesa, comi o pudim provocando-a, não demorando para que ela invadisse minha sobremesa com o garfo que comera a refeição, rimos disso, parei de rir ao me lembrar que Suzana tinha essa mania também de pegar comida do meu prato.
Saímos dali após alguns minutos de silêncio, para visitar os pacientes que assistíamos. Percebi que Camila não era só um gênio da medicina, mas também uma médica atenciosa, carismática, ela sabia de detalhes da vida dos pacientes, chamava os familiares pelo nome, em uma paciente em especial com Alzheimer, Camila se desdobrava em cuidados, o que me encantou. Sugeri a adição de algumas medicações com base em estudos, e ela aceitou, voltamos ao seu consultório por voltas às 17h, e voltamos às discussões dos casos clínicos.
Já era noite e notava que Camila insistia em alguns assuntos, como se quisesse me prender em sua presença mais tempo, como não me incomodava, me deixei enganar. Eliza veio se despedir alertando sobre o avançado da hora, voltamos ao sofá e Camila me fitava com atenção, sentamos bem próximas e ela falou mantendo fixos seus olhos claros em minha boca:
- Nosso dia foi produtivo, Isabela, sinto que teremos muitos assim daqui pra frente.
- Espero que sim doutora.
- Pode me chamar de Camila.
- Tudo bem dou... Camila.
- Escuta Isabela – ajeitou o braço por cima do sofá, me deixando envolvida nele. – será que qualquer dia dessa semana você não gostaria de sei lá, ir ao cinema, jantar comigo? – falou enquanto colocava meus cabelos por trás da orelha.
Camila sem dúvida era uma mulher sedutora, sabia exatamente como usar o tom de voz, sabia onde e como tocar a pele - “acidentalmente” ou não. Seu olhar era intrigante, o jeito de jogar seus cabelos cacheados, era praticamente uma arma mortal...
Eu estava quase invadindo sua boca que estava ali bem próxima da minha, aquela boca pedia pra ser beijada, seus lábios bem desenhados, que sabor eles teriam?
Mas eu tinha receio em me envolver com ela, não tinha compromisso com Laila, mas praticamente firmamos um acordo de nos conhecermos melhor e eu queria mesmo investir nisso, Camila era uma tentação, por sua inteligência, sensualidade, beleza e tínhamos muito em comum, temia que me deixasse ainda mais confusa, Laila, Camila... E o pior, Suzana não me saía do pensamento por mais esforço que eu fizesse.
- Camila, eu adoraria... Mas essa semana estou com os horários todos preenchidos... Como viajei no fim de semana passado, terei que trabalhar nesse para compensar... Mas podemos combinar qualquer dia, faz tempo que não vou ao cinema.
Camila não escondeu sua decepção, mas continuou encarando meus lábios. Senti que não conseguiria fugir dos lábios dela, quando meu celular tocou nos afastando abruptamente.
“Alô, oi Bê... estou indo pra casa agora sim, jantamos juntos sim, beijo.”
- Camila, sua companhia é muito agradável, mas tenho que ir. Até amanhã.
Recolhi minhas coisas e fui andando em direção a porta, sob os olhares de Camila. Antes de sair, parei junto à porta, olhei para trás e lá estava ela de braços cruzados me olhando com aquele mesmo olhar que me deixou de pernas bambas no barzinho, e depois na boate, saí trocando as pernas, batendo minha bolsa nas paredes, a trapalhona dava o ar da graça mais uma vez.
Pela primeira vez depois de quase quatro meses, voltei para casa depois do trabalho sem pensar em Suzana, meu pensamento era dela: Camila. O cheiro doce dela estava no meu corpo, ainda podia sentir o cheiro dos seus cabelos que emanava quando ela se aproximava para ver algo no meu notebook, era lavanda talvez... Não tinha certeza, mas aquele aroma me inebriou até chegar ao meu prédio.
A semana começava com uma reunião do grupo de pesquisa, o final de semana me fez um bem enorme, cheguei com ótimo humor, estava segura, e disposta a mudar de atitude no projeto, antes de subir para a reunião marcada para as nove da manhã, passei no quarto dos pacientes que estávamos acompanhando a fim de me atualizar acerca da evolução clínica, já que fazia dois dias que não os via.
Na reunião, Camila começou provocando como sempre:
-Mineira, já providenciou café e água?
- Acho que o Lucas pode pedir a Dona Josefa da cantina para trazer, não pode Lucas?
-Eu? Mas... E’ posso sim – falou meio sem graça.
Camila estranhou, mas não contestou, sentei junto à mesa, colocando sobre ela meu notebook e algumas anotações numa prancheta. Aline, uma biomédica, começou a explanar resultados dos exames dos pacientes que tratamos, com algumas interrupções de Camila, que não hesitou em ordenar de novo:
- Mineira, anota pra mim o nós vamos fazer.
- A letra da Carla é bem mais organizada, doutora Camila, você pode anotar Carla?
- Posso claro.
Camila parecia intrigada com minha postura, ninguém ousou questionar minhas sugestões porque estavam todos visivelmente sem graça. A discussão dos casos continuou e, seguramente, dei opiniões, sugeri procedimentos, respondi todas as perguntas que Camila nos fez.
- Parece que tem gente que andou estudando...
Ignorei a observação dela, continuei a discussão trazendo os dados atualizados da evolução clínica dos pacientes, comparando-os aos pacientes com quadros semelhantes na pesquisa de Camila em Seattle. Ela parecia bestificada, olhava para mim com os olhos brilhando, não soube decifrar se era de raiva ou admiração. Deixei que Camila concluísse a avaliação de nossas atividades, até que ela me perguntou:
- Mineira, você pode ficar aqui até a noite hoje? Sei que pelo cronograma você está de folga hoje, mas, gostaria que você detalhasse suas comparações. Pode ser?
- Sim, posso sem problema, Dra. Camila. A propósito, sou mineira com orgulho, mas meu nome é Isabela.
Saí da sala deixando todos sem ação. Camila me alcançou no corredor e pediu que a acompanhasse até seu consultório. Respondi positivamente com a cabeça e a segui.
- Sente-se Mi... Isabela. Você não me surpreendeu hoje, pelo contrário, você até demorou a tomar uma atitude...
- Como assim? – fiz cara de interrogação.
- Isabela, como você sabe, escolhi minha própria equipe, e li com atenção seus artigos, inclusive os da sua época de faculdade, seu desempenho na residência, conversei por telefone com seus preceptores, professores, os que orientavam seu projeto de pesquisa da faculdade. Você não está à toa no meu grupo... Sei de sua competência.
- Mas por que você me tratava como sua secretária sabendo da minha capacidade?
- Isabela, você estava apagada, intimidada, eu precisava te provocar pra que você ficasse motivada a me provar algo... Mas você não precisa me provar nada, precisa confiar em você, na sua capacidade... Se destacar, e isso sei que você pode.
Sorri incrédula, mudei de assunto e começamos a falar sobre os casos clínicos. Notei que o olhar de Camila mudou, não era mais frio e distante a mim, olhava-me com atenção, sem dizer muita coisa, o máximo que fazia era concordar, ou fazer perguntas. Perdemos a hora ali, até alguém bater a porta:
- Dra Camila, peço seu almoço? Já passa das 14h e a senhora não saiu pra almoçar, devo pedir o de sempre?
Afinal, ela tinha uma secretária, uma senhora de seus 50 anos, baixinha e franzina, que parecia cuidar bem dos horários de Camila.
- Ai Eliza... – bateu na testa. – Esqueci completamente, você ainda consegue nesse horário?
- Sim, doutora vou providenciar, devo pedir pra Dra. Isabela também?
- Ah, pra mim não precisa, obrigada – e cochichei para Camila: - Ela sabe meu nome?
- Sabe sim, ficou até com medo de perder a vaga pra você – Camila sorriu. – Eliza, peça para Dra. Isabela também, temos muito trabalho e ela não sai daqui antes de terminarmos.
Eliza se retirou e Camila pediu que fizéssemos uma pausa esperando o almoço. Sentamos em um sofá perto da janela com persianas, retirou o jaleco, e engrenou um papo que eu não esperava:
- Então, deixou algo pendente no Rio de Janeiro?
- Como?
- Perguntei se você deixou alguém te esperando no Rio de Janeiro.
- Ah... Tenho bons amigos no Rio, é só.
- Sua boa amiga te espera? Ela é o motivo de seu bom humor hoje? Falaram que você viajou no fim de semana.
- Você tem costume de vigiar os membros de sua equipe? Como sabe que viajei?
- Calma aí mineira... Ops, desculpa, Isabela, precisei de você no fim de semana para substituir a Aline nas rondas, e fui informada, por acaso, por alguma enfermeira da urgência que Bernardo viajaria com você.
- Ah... Então foi isso...
- E’... Mas então vai responder minha pergunta?
- Ninguém me espera no Rio, não viajei pra lá, fui aqui do lado, em São Paulo.
- Então... A sua companhia daquele dia na boate... Vocês não estão mais juntas?
- Bom... Se você investiga pessoalmente a vida da sua equipe, deveria saber que não, eu e Suzana não estamos mais juntas.
Nesse momento, Eliza entrou com duas bandejas empilhadas, colocando-as sobre a mesa de centro em frente ao sofá que estávamos. Abriu o frigobar da sala e serviu dois copos de suco, retirando-se em seguida, educadamente. Comida simples, da cantina mesmo, mas como o melhor tempero é a fome, devoramos o conteúdo daquela bandeja tranquilamente.
Camila sorria pra mim e eu retribuía sem graça, ficou contrariada quando percebeu que na sua bandeja não havia sobremesa, comi o pudim provocando-a, não demorando para que ela invadisse minha sobremesa com o garfo que comera a refeição, rimos disso, parei de rir ao me lembrar que Suzana tinha essa mania também de pegar comida do meu prato.
Saímos dali após alguns minutos de silêncio, para visitar os pacientes que assistíamos. Percebi que Camila não era só um gênio da medicina, mas também uma médica atenciosa, carismática, ela sabia de detalhes da vida dos pacientes, chamava os familiares pelo nome, em uma paciente em especial com Alzheimer, Camila se desdobrava em cuidados, o que me encantou. Sugeri a adição de algumas medicações com base em estudos, e ela aceitou, voltamos ao seu consultório por voltas às 17h, e voltamos às discussões dos casos clínicos.
Já era noite e notava que Camila insistia em alguns assuntos, como se quisesse me prender em sua presença mais tempo, como não me incomodava, me deixei enganar. Eliza veio se despedir alertando sobre o avançado da hora, voltamos ao sofá e Camila me fitava com atenção, sentamos bem próximas e ela falou mantendo fixos seus olhos claros em minha boca:
- Nosso dia foi produtivo, Isabela, sinto que teremos muitos assim daqui pra frente.
- Espero que sim doutora.
- Pode me chamar de Camila.
- Tudo bem dou... Camila.
- Escuta Isabela – ajeitou o braço por cima do sofá, me deixando envolvida nele. – será que qualquer dia dessa semana você não gostaria de sei lá, ir ao cinema, jantar comigo? – falou enquanto colocava meus cabelos por trás da orelha.
Camila sem dúvida era uma mulher sedutora, sabia exatamente como usar o tom de voz, sabia onde e como tocar a pele - “acidentalmente” ou não. Seu olhar era intrigante, o jeito de jogar seus cabelos cacheados, era praticamente uma arma mortal...
Eu estava quase invadindo sua boca que estava ali bem próxima da minha, aquela boca pedia pra ser beijada, seus lábios bem desenhados, que sabor eles teriam?
Mas eu tinha receio em me envolver com ela, não tinha compromisso com Laila, mas praticamente firmamos um acordo de nos conhecermos melhor e eu queria mesmo investir nisso, Camila era uma tentação, por sua inteligência, sensualidade, beleza e tínhamos muito em comum, temia que me deixasse ainda mais confusa, Laila, Camila... E o pior, Suzana não me saía do pensamento por mais esforço que eu fizesse.
- Camila, eu adoraria... Mas essa semana estou com os horários todos preenchidos... Como viajei no fim de semana passado, terei que trabalhar nesse para compensar... Mas podemos combinar qualquer dia, faz tempo que não vou ao cinema.
Camila não escondeu sua decepção, mas continuou encarando meus lábios. Senti que não conseguiria fugir dos lábios dela, quando meu celular tocou nos afastando abruptamente.
“Alô, oi Bê... estou indo pra casa agora sim, jantamos juntos sim, beijo.”
- Camila, sua companhia é muito agradável, mas tenho que ir. Até amanhã.
Recolhi minhas coisas e fui andando em direção a porta, sob os olhares de Camila. Antes de sair, parei junto à porta, olhei para trás e lá estava ela de braços cruzados me olhando com aquele mesmo olhar que me deixou de pernas bambas no barzinho, e depois na boate, saí trocando as pernas, batendo minha bolsa nas paredes, a trapalhona dava o ar da graça mais uma vez.
Pela primeira vez depois de quase quatro meses, voltei para casa depois do trabalho sem pensar em Suzana, meu pensamento era dela: Camila. O cheiro doce dela estava no meu corpo, ainda podia sentir o cheiro dos seus cabelos que emanava quando ela se aproximava para ver algo no meu notebook, era lavanda talvez... Não tinha certeza, mas aquele aroma me inebriou até chegar ao meu prédio.
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Por que sei que é amor,
Romances
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Errei de casal???
Como BBB fã de plantão, sempre dou a espiadinha no site oficial quando acordo, e hoje quase caio pra trás quando vi a manchete: Diana e Michelly também se beijam na Festa Country.
UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
Gente não estou falando dos selinhos que a Morango distribuía nas festas do BBB 10, estou falando de beijo de língua, ui delícia!!!
Começou com a brincadeirinha de olhos vendados, mas a loirinha se encheu de charme dançando perto da moça que deitada esperava o beijo, destaque para o microshort da Diana, espetáculo!
A Michelly ainda perguntou depois: Ainda tem mais? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Depois na pista de dança elas trocaram outro selinho... Ai ai... Mundo gay kkkkkkkkkk
UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
Gente não estou falando dos selinhos que a Morango distribuía nas festas do BBB 10, estou falando de beijo de língua, ui delícia!!!
Começou com a brincadeirinha de olhos vendados, mas a loirinha se encheu de charme dançando perto da moça que deitada esperava o beijo, destaque para o microshort da Diana, espetáculo!
A Michelly ainda perguntou depois: Ainda tem mais? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Depois na pista de dança elas trocaram outro selinho... Ai ai... Mundo gay kkkkkkkkkk
SOCIEDADE SECRETA LESBOS - DÉCIMO QUINTO CAPÍTULO
Capítulo 15
O dia seguinte foi de aulas para todas as meninas da fraternidade. Amy desceu para a cozinha com a mesma simpatia do dia anterior, cativando o mesmo sentimento nas demais. Manteve o look provocante, e insistia em tocar, beijar as meninas, para a fúria de Esther que chegou a quebrar copos “acidentalmente” na tentativa de quebrar o clima descontraído de Amy com as irmãs.
A loirinha simplesmente fingiu ignorar a morena, mesmo saboreando um gostinho de vitória interiormente ao notar nos olhos de Esther o ciúme velado.
O humor da morena assustava Rachel, que tentou várias vezes puxar assunto com a amiga, mas foi inútil. No salão de atos da universidade, o reitor discursava sobre a semana de atividades extracurriculares, e nessa semana especialmente, os membros de todas as fraternidades teriam muito trabalho.
Cada uma deveria organizar uma forma de angariar fundos para uma causa social, cada fraternidade deveria apadrinhar uma instituição, e trabalhar em prol dela. Uma fraternidade promovia bazar, outra promovia feiras, outra lavava carros, a Gama-Tau como sempre executaria sua especialidade: festa.
Anunciando isso, o reitor convidou ao palco a presidente da comissão de pró-ativa de caridade da cidade, a Sra. Roberts. Michelle Roberts era conhecida por sua beleza e empáfia. Não era membro do conselho da universidade antes. Era o primeiro ano de sua participação, por isso, os alunos só a conhecia por fotos de jornais e pela fama do seu nome.
Subiu ao palco caminhando elegantemente, exibindo suas formas perfeitas num tailleur Louis Vuton, cabelos longos castanhos muito bem escovados, maquiagem impecável, sapatos Givenchy, o visual mais parecia ter saído da revista Vogue, tamanha era a adequação de moda e elegância deslumbrante naquela mulher.
Não devia ter mais de 50 anos, pelo menos não aparentava. Na verdade, até para 50 anos parecia ser idade demais, porque ela tirou o fôlego da maioria da platéia ao se apresentar enfim. Exceto por uma pessoa, Esther, que ficou pálida, estática, seus olhos sequer piscavam, eles brilhavam, mas não era de encanto ou fascínio como os demais da platéia, parecia pavor.
-- Que poderosa essa mulher, hein, amiga?
Rachel comentou sem prestar atenção no estado que ela se encontrava. Não estranhou a morena não responder nada, dado ao humor de cão que ela demonstrou o dia todo.
Michelle Roberts começou então seu discurso saudando todos, não exibiu sorrisos, evidenciando a sua conhecida empáfia, cobrando dos alunos empenho nas atividades, reiterando a importância de prática de ações sociais no meio acadêmico. Todos estavam atentos às palavras de Michelle, não por causa de oratória, mas pelo charme e beleza hipnotizadores.
Amy, sentada no lado oposto ao de Esther, ao contrário de Rachel, prestava atenção no desconforto da presidente da Gama-Tau quando aquela mulher foi anunciada e subiu ao palco. Ficou curiosa, logicamente também se rendeu à presença da Sra. Roberts, mas lhe interessava mais saber o porquê de Esther não aplaudir o discurso de Michelle, e permanecer ali sentada, mesmo depois de todos se levantarem e caminharem em direção a saída.
Michelle Roberts não se retirou do palco, manteve-se em uma conversa informal com o reitor e outros membros do conselho na universidade ali presentes. Na platéia alguns alunos ainda se encaminhando para a saída e no meio das poltronas, Rachel tentando despertar Esther daquela catatonia, enquanto Amy observava tudo de longe.
-- Esther!
Rachel sacudiu a morena, depois de chamá-la repetidas vezes, sem ter atenção da amiga.
-- Ai, para de gritar garota... Eu hein... -- a morena replicou franzindo a testa.
-- Gritar? Estou a horas tentando te trazer de volta a realidade. Parece ter se teletransportado para outra dimensão, tive que berrar pra você olhar pra mim, Esther! O que está acontecendo? Ainda por causa da Amy?
-- Que Amy... Olha se eu tenho cara de estar me preocupando com uma novatinha que está fazendo de tudo para chamar atenção de todos...
-- Bom... Nem vou comentar se você tem ou não cara disso, porque tenho medo de apanhar... -- Rachel disse em tom jocoso. -- Porque está mais que evidente que essa novatinha, se não está conseguindo chamar atenção de todos, pelo menos de uma pessoa sei que está...
-- Ih... Parou, tá, Rachel? -- a morena se levantou rapidamente sacudindo os cabelos.
-- Você vai me dizer o motivo dessa sua reação de transe de agora há pouco?
Esther respirou profundamente, e quando já se preparava para responder a pergunta de sua amiga, ouviu uma voz grave que ela parecia conhecer muito bem, chamando seu nome:
-- Esther Gonzalez? Preciso falar com você, agora.
A morena empalideceu, voltou seu corpo em direção a voz, baixou a cabeça e fez sinal positivamente, seguindo a Sra. Roberts para as coxias do palco do salão de atos, deixando Rachel com cara de ponto de interrogação, e Amy ao fundo, ainda mais intrigada.
A loirinha não conteve sua curiosidade, como se fosse um ato furtivo, foi se escondendo pelos cantos das paredes, seguiu o caminho que as duas fizeram, e ficou na espreita, escondida entre as cortinas, ouvindo a conversa.
-- Não atendeu minha ligação hoje por quê? Acha mesmo que pode me tratar assim?
-- Estava no meio da aula, você sabe que não posso atender...
-- Quando eu te ligar e você estiver em sala de aula, saia da sala e me atenda, odeio quando faz isso!
--Tudo bem... Mas o que você queria?
-- Avisar que estaria aqui hoje. Evitaria essa sua cara apavorada na platéia, pensa que não percebi?
-- Devia ter me dito ontem...
-- Ah, era só o que me faltava, Esther! Você me dizer o que devo ou não fazer... Saiba que vou poder acompanhar você mais de perto aqui, e as meninas dessa fraternidade também...
Amy duvidou que fosse Esther a conversar daquela forma, de maneira completamente submissa. Não conseguiu ouvir mais da conversa, foi surpreendida por Lisa, sua antiga companheira de quarto no alojamento:
-- O que você está fazendo aí?
-- Shiiiiiiii...
Fez sinal de silêncio e saiu arrastando a colega para fora do palco, temendo ser ouvida pela dupla que conversava. Apressou os passos e só quando saiu do auditório, conseguiu respirar tranquila.
-- Você sempre assusta as pessoas assim, Lisa?
-- E você sempre tem essa mania de se esconder nas cortinas?
Amy sorriu sem graça, mas não respondeu, continuou andando com Lisa pelo corredor, mas não pôde deixar de reparar na Sra. Roberts, que passou por elas com pressa. O olhar atento da loirinha despertou o comentário de Lisa:
-- Não tem como não olhar pra ela, né?
-- Deixa de conversar bobagem, Lisa, vamos pra biblioteca, temos muito que estudar!
Enquanto caminhavam, Amy ainda observava Michelle se afastar. A mulher tinha um olhar fixo em um ponto enquanto entrava no seu carro de luxo conduzido por um motorista uniformizado. A novata viu então, que se tratava de Esther, andando com passos rápidos de cabeça baixa pelo pátio do campus.
O dia seguinte foi de aulas para todas as meninas da fraternidade. Amy desceu para a cozinha com a mesma simpatia do dia anterior, cativando o mesmo sentimento nas demais. Manteve o look provocante, e insistia em tocar, beijar as meninas, para a fúria de Esther que chegou a quebrar copos “acidentalmente” na tentativa de quebrar o clima descontraído de Amy com as irmãs.
A loirinha simplesmente fingiu ignorar a morena, mesmo saboreando um gostinho de vitória interiormente ao notar nos olhos de Esther o ciúme velado.
O humor da morena assustava Rachel, que tentou várias vezes puxar assunto com a amiga, mas foi inútil. No salão de atos da universidade, o reitor discursava sobre a semana de atividades extracurriculares, e nessa semana especialmente, os membros de todas as fraternidades teriam muito trabalho.
Cada uma deveria organizar uma forma de angariar fundos para uma causa social, cada fraternidade deveria apadrinhar uma instituição, e trabalhar em prol dela. Uma fraternidade promovia bazar, outra promovia feiras, outra lavava carros, a Gama-Tau como sempre executaria sua especialidade: festa.
Anunciando isso, o reitor convidou ao palco a presidente da comissão de pró-ativa de caridade da cidade, a Sra. Roberts. Michelle Roberts era conhecida por sua beleza e empáfia. Não era membro do conselho da universidade antes. Era o primeiro ano de sua participação, por isso, os alunos só a conhecia por fotos de jornais e pela fama do seu nome.
Subiu ao palco caminhando elegantemente, exibindo suas formas perfeitas num tailleur Louis Vuton, cabelos longos castanhos muito bem escovados, maquiagem impecável, sapatos Givenchy, o visual mais parecia ter saído da revista Vogue, tamanha era a adequação de moda e elegância deslumbrante naquela mulher.
Não devia ter mais de 50 anos, pelo menos não aparentava. Na verdade, até para 50 anos parecia ser idade demais, porque ela tirou o fôlego da maioria da platéia ao se apresentar enfim. Exceto por uma pessoa, Esther, que ficou pálida, estática, seus olhos sequer piscavam, eles brilhavam, mas não era de encanto ou fascínio como os demais da platéia, parecia pavor.
-- Que poderosa essa mulher, hein, amiga?
Rachel comentou sem prestar atenção no estado que ela se encontrava. Não estranhou a morena não responder nada, dado ao humor de cão que ela demonstrou o dia todo.
Michelle Roberts começou então seu discurso saudando todos, não exibiu sorrisos, evidenciando a sua conhecida empáfia, cobrando dos alunos empenho nas atividades, reiterando a importância de prática de ações sociais no meio acadêmico. Todos estavam atentos às palavras de Michelle, não por causa de oratória, mas pelo charme e beleza hipnotizadores.
Amy, sentada no lado oposto ao de Esther, ao contrário de Rachel, prestava atenção no desconforto da presidente da Gama-Tau quando aquela mulher foi anunciada e subiu ao palco. Ficou curiosa, logicamente também se rendeu à presença da Sra. Roberts, mas lhe interessava mais saber o porquê de Esther não aplaudir o discurso de Michelle, e permanecer ali sentada, mesmo depois de todos se levantarem e caminharem em direção a saída.
Michelle Roberts não se retirou do palco, manteve-se em uma conversa informal com o reitor e outros membros do conselho na universidade ali presentes. Na platéia alguns alunos ainda se encaminhando para a saída e no meio das poltronas, Rachel tentando despertar Esther daquela catatonia, enquanto Amy observava tudo de longe.
-- Esther!
Rachel sacudiu a morena, depois de chamá-la repetidas vezes, sem ter atenção da amiga.
-- Ai, para de gritar garota... Eu hein... -- a morena replicou franzindo a testa.
-- Gritar? Estou a horas tentando te trazer de volta a realidade. Parece ter se teletransportado para outra dimensão, tive que berrar pra você olhar pra mim, Esther! O que está acontecendo? Ainda por causa da Amy?
-- Que Amy... Olha se eu tenho cara de estar me preocupando com uma novatinha que está fazendo de tudo para chamar atenção de todos...
-- Bom... Nem vou comentar se você tem ou não cara disso, porque tenho medo de apanhar... -- Rachel disse em tom jocoso. -- Porque está mais que evidente que essa novatinha, se não está conseguindo chamar atenção de todos, pelo menos de uma pessoa sei que está...
-- Ih... Parou, tá, Rachel? -- a morena se levantou rapidamente sacudindo os cabelos.
-- Você vai me dizer o motivo dessa sua reação de transe de agora há pouco?
Esther respirou profundamente, e quando já se preparava para responder a pergunta de sua amiga, ouviu uma voz grave que ela parecia conhecer muito bem, chamando seu nome:
-- Esther Gonzalez? Preciso falar com você, agora.
A morena empalideceu, voltou seu corpo em direção a voz, baixou a cabeça e fez sinal positivamente, seguindo a Sra. Roberts para as coxias do palco do salão de atos, deixando Rachel com cara de ponto de interrogação, e Amy ao fundo, ainda mais intrigada.
A loirinha não conteve sua curiosidade, como se fosse um ato furtivo, foi se escondendo pelos cantos das paredes, seguiu o caminho que as duas fizeram, e ficou na espreita, escondida entre as cortinas, ouvindo a conversa.
-- Não atendeu minha ligação hoje por quê? Acha mesmo que pode me tratar assim?
-- Estava no meio da aula, você sabe que não posso atender...
-- Quando eu te ligar e você estiver em sala de aula, saia da sala e me atenda, odeio quando faz isso!
--Tudo bem... Mas o que você queria?
-- Avisar que estaria aqui hoje. Evitaria essa sua cara apavorada na platéia, pensa que não percebi?
-- Devia ter me dito ontem...
-- Ah, era só o que me faltava, Esther! Você me dizer o que devo ou não fazer... Saiba que vou poder acompanhar você mais de perto aqui, e as meninas dessa fraternidade também...
Amy duvidou que fosse Esther a conversar daquela forma, de maneira completamente submissa. Não conseguiu ouvir mais da conversa, foi surpreendida por Lisa, sua antiga companheira de quarto no alojamento:
-- O que você está fazendo aí?
-- Shiiiiiiii...
Fez sinal de silêncio e saiu arrastando a colega para fora do palco, temendo ser ouvida pela dupla que conversava. Apressou os passos e só quando saiu do auditório, conseguiu respirar tranquila.
-- Você sempre assusta as pessoas assim, Lisa?
-- E você sempre tem essa mania de se esconder nas cortinas?
Amy sorriu sem graça, mas não respondeu, continuou andando com Lisa pelo corredor, mas não pôde deixar de reparar na Sra. Roberts, que passou por elas com pressa. O olhar atento da loirinha despertou o comentário de Lisa:
-- Não tem como não olhar pra ela, né?
-- Deixa de conversar bobagem, Lisa, vamos pra biblioteca, temos muito que estudar!
Enquanto caminhavam, Amy ainda observava Michelle se afastar. A mulher tinha um olhar fixo em um ponto enquanto entrava no seu carro de luxo conduzido por um motorista uniformizado. A novata viu então, que se tratava de Esther, andando com passos rápidos de cabeça baixa pelo pátio do campus.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Oscar 2011
Na vida real não é bem assim, mas em Holywood ser lésbica rende prêmio rs.
Grandes atrizes quando interpretaram papéis de lésbicas no cinema tiveram o talento reconhecido com uma estatueta do Oscar.
Podemos citar Charlize Theron em Monster e Nicole Kidman em As horas.Essas além de lésbicas precisaram "trubufizar" além de interpretarem personagens reais.
Esse ano,duas das atrizes que concorrem a estatueta de melhor atriz, estão no páreo por dois papéis de lésbicas: Natalie Portman e Annete Benning.
No caso de Natalie Portman, a temática principal não se trata da sua homossexualidade, mas sim do descontrole psíquico da dançarina, entretanto, Natalie protagonizou uma das cenas lésbicas mais calientes em se tratando dos padrões hollywoodianos.Natalie concorre pelo filme Black Swan (Cisne Negro), até postei o trailer aqui semanas atrás. Quem quiser torcer por essa fofa na disputa ainda dá tempo baixar e assistir.Ela dá um show realmente, já ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz, então quem aprecia boas atuações, vale a pena.
Annette Bening concorre com a comédia: Duas mães e meu pai, o título original :The kids are all right.
No filme Nic e Lsaer são filhos de um casal de lésbicas e depois do aniversário de dezoito anos de Nic, ela e seu irmão decidem procurar pelo doador de esperma chamado Paul e decidem trazê-lo para dentro de sua família. Porém nenhum dos dois imaginava que a entrada desse novo membro na famíllia causaria tanta discórdia.
Annette faz par com outra poderosa: Juliane Moore, Juliane interpreta a terceira entedida no cinema, gostou rs.
Estou baixando o filme para avaliar direitinho, mas achei interessante postar quando notei essa coincidência quando anunciaram os nomes das indicadas hoje. A cerimônia do Oscar será dia 27 de fevereiro, ficamos na torcida... Só falta a Ellen Degeneres apresentar mais uma vez...kkkkkk
Grandes atrizes quando interpretaram papéis de lésbicas no cinema tiveram o talento reconhecido com uma estatueta do Oscar.
Podemos citar Charlize Theron em Monster e Nicole Kidman em As horas.Essas além de lésbicas precisaram "trubufizar" além de interpretarem personagens reais.
Esse ano,duas das atrizes que concorrem a estatueta de melhor atriz, estão no páreo por dois papéis de lésbicas: Natalie Portman e Annete Benning.
No caso de Natalie Portman, a temática principal não se trata da sua homossexualidade, mas sim do descontrole psíquico da dançarina, entretanto, Natalie protagonizou uma das cenas lésbicas mais calientes em se tratando dos padrões hollywoodianos.Natalie concorre pelo filme Black Swan (Cisne Negro), até postei o trailer aqui semanas atrás. Quem quiser torcer por essa fofa na disputa ainda dá tempo baixar e assistir.Ela dá um show realmente, já ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz, então quem aprecia boas atuações, vale a pena.
Annette Bening concorre com a comédia: Duas mães e meu pai, o título original :The kids are all right.
No filme Nic e Lsaer são filhos de um casal de lésbicas e depois do aniversário de dezoito anos de Nic, ela e seu irmão decidem procurar pelo doador de esperma chamado Paul e decidem trazê-lo para dentro de sua família. Porém nenhum dos dois imaginava que a entrada desse novo membro na famíllia causaria tanta discórdia.
Annette faz par com outra poderosa: Juliane Moore, Juliane interpreta a terceira entedida no cinema, gostou rs.
Estou baixando o filme para avaliar direitinho, mas achei interessante postar quando notei essa coincidência quando anunciaram os nomes das indicadas hoje. A cerimônia do Oscar será dia 27 de fevereiro, ficamos na torcida... Só falta a Ellen Degeneres apresentar mais uma vez...kkkkkk
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